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quarta-feira, 29 de junho de 2011

BH Cidadania reabre biblioteca com projeto cultural

O BH Cidadania/Cras Providência, que fica na região Norte, reabriu na terça, dia 24, em meio à atividade cultural Lendo e Relendo, um espaço de leitura, informação e cidadania. Trata-se biblioteca do local, que conta com mais de três mil obras de diversas literaturas que podem ser acessadas pelos usuários do BH Cidadania e por moradores locais gratuitamente.

O projeto Lendo e Relendo está acontecendo nesta semana. É uma oficina de artes, contação de histórias, exibição de filmes e ainda recreação com os palhaços Risadinha e Manezinho. A cada dia uma programação diferente reúne artistas e a comunidade local. Mais de cem pessoas já passaram pelo espaço nos dois primeiros dias. Para a estudante de Letras e estagiária Myryan Carvalho de Abreu, a atividade tem sido bem legal. “Os alunos mais jovens ficam empolgados com as apresentações e isso facilita para que eles se interessem cada vez mais pela leitura”, disse.


O responsável por eventos do BH Cidadania Providência, José Geraldo, da Associação Municipal de Assistência Social (Amas), explica o objetivo da ação. “Queremos que a biblioteca volte a funcionar como antes, onde toda a comunidade tenha acesso à leitura e se informe sobre tudo o que acontece no mundo. Com a internet, muitos jovens têm se esquecido dos livros, mas a biblioteca ainda é um espaço de pesquisa e informação muito útil”, completa.

A biblioteca do BH Cidadania Providência é aberta ao público. Para participar, basta se inscrever, levando documento de identidade e comprovante de residência. Cada pessoa pode pegar até dois livros por vez, podendo ficar até sete dias com o material. São mais de três mil obras doadas pela comunidade e outras bibliotecas, como livros infantis, juvenis, estrangeiros, pesquisa, poesia e muito mais. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3277-7458 e 3277-6635.


terça-feira, 31 de maio de 2011

BH Cidadania reabre biblioteca com projeto cultural



O BH Cidadania/Cras Providência, que fica na região Norte, reabriu na terça, dia 24, em meio à atividade cultural Lendo e Relendo, um espaço de leitura, informação e cidadania. Trata-se biblioteca do local, que conta com mais de três mil obras de diversas literaturas que podem ser acessadas pelos usuários do BH Cidadania e por moradores locais gratuitamente.

O projeto Lendo e Relendo está acontecendo nesta semana. É uma oficina de artes, contação de histórias, exibição de filmes e ainda recreação com os palhaços Risadinha e Manezinho. A cada dia uma programação diferente reúne artistas e a comunidade local. Mais de cem pessoas já passaram pelo espaço nos dois primeiros dias. Para a estudante de Letras e estagiária Myryan Carvalho de Abreu, a atividade tem sido bem legal. “Os alunos mais jovens ficam empolgados com as apresentações e isso facilita para que eles se interessem cada vez mais pela leitura”, disse.

O responsável por eventos do BH Cidadania Providência, José Geraldo, da Associação Municipal de Assistência Social (Amas), explica o objetivo da ação. “Queremos que a biblioteca volte a funcionar como antes, onde toda a comunidade tenha acesso à leitura e se informe sobre tudo o que acontece no mundo. Com a internet, muitos jovens têm se esquecido dos livros, mas a biblioteca ainda é um espaço de pesquisa e informação muito útil”, completa.

A biblioteca do BH Cidadania Providência é aberta ao público. Para participar, basta se inscrever, levando documento de identidade e comprovante de residência. Cada pessoa pode pegar até dois livros por vez, podendo ficar até sete dias com o material. São mais de três mil obras doadas pela comunidade e outras bibliotecas, como livros infantis, juvenis, estrangeiros, pesquisa, poesia e muito mais. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3277-7458 e 3277-6635

 Fonte PBH

sábado, 21 de maio de 2011

BH supera metas do Min. da Saúde na vacinação contra gripe

A campanha de vacinação contra a gripe em Belo Horizonte já vacinou 313.357 pessoas. Esse número representa 80,8% do total de 387.785 pessoas que devem receber a vacina na capital. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público alvo. Desse total, 221.263 são idosos com 60 anos ou mais, 14.902 gestantes, 35.515 crianças menores de dois anos e 41.677 trabalhadores da Saúde. Quem ainda não se vacinou, pode procurar um dos 147 centros de saúde que funcionam, de segunda a sexta, de 8h às 17h, até sexta-feira, dia 27. Originalmente, a campanha de vacinação terminaria no dia 13.
Em 2010, Belo Horizonte também superou a meta estipulada pelo Ministério da Saúde para a vacinação contra a gripe A (H1N1), quando foi vacinado 100,6% do público alvo, o que corresponde a mais de 1,2 milhão de pessoas vacinadas. Contra a gripe sazonal, foram vacinadas 212.991 pessoas, o que corresponde a uma cobertura de 75% do público alvo (285.247 pessoas).
As crianças deverão tomar a vacina em duas doses, respeitando um intervalo de 30 dias entre uma dose e outra. O objetivo da campanha é reduzir a morbi-mortalidade (internações e óbitos) pelas complicações advindas do vírus influenza (pneumonias, broncopneumonias, etc.).
A grande novidade este ano é que uma única dose da vacina assegura a proteção das pessoas contra a gripe sazonal e a influenza A H1N1. Só não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo.
Para a gerente de Vigilância em Saúde e Informação da SMSA, Maria Teresa da Costa Oliveira, as pessoas contempladas com a vacina foram selecionadas por meio de critérios epidemiológicos, sendo mais susceptíveis a casos mais graves da doença. “É importante que as pessoas que ainda não se vacinaram procurem o centro de saúde mais próximo de sua casa, tendo em mãos o cartão de vacina, para que recebam a vacina”, alerta.
A imunização contra influenza sazonal em Belo Horizonte tem contribuído para reduzir em 30% o total de internações e em 23% as mortes provocadas por doenças relacionadas à gripe, como bronquite e pneumonia. Dados do Ministério da Saúde, entre 2001 e 2007, revelam que doenças do aparelho respiratório representam a terceira causa de morte de idosos com 60 anos ou mais no país.
Na capital, os idosos são acompanhados de perto pelos centros de saúde, por meio do Programa Saúde da Família (PSF). Há ainda grupos de convivência que estimulam a participação dos idosos em diversas atividades, inclusive com a prática de exercícios físicos monitorados nas Academias da Cidade.

Bons resultados
Graças ao bom desempenho da campanha de imunização contra a gripe A (H1N1), não foi registrado nenhum caso da doença em Belo Horizonte, no segundo semestre de 2010. No primeiro semestre, foram registrados três casos. Em 2009, quando houve a pandemia mundial da doença, foram registrados 614 casos na capital, com 13 óbitos.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

BH Cidadania traz pesquisadores americanos à capital mineira

O pesquisador Daniel Ortega, integrante da equipe de estudos em políticas públicas da Universidade de Georgetown, em Washington, esteve em Belo Horizonte entre terça e quinta, dias 3 e 5, para conhecer de perto a experiência do programa BH Cidadania, mais especificamente o projeto especial Família Cidadã: Cidade Solidária. O objetivo da visita foi o de estabelecer os critérios para a realização de uma pesquisa sobre os impactos do programa, a realizar-se durante o período de um ano. Para este trabalho, já há sinalização de financiamento de uma entidade de pesquisa inglesa e todo ele será coordenado por dois professores especialistas da mesma universidade.

O Família Cidadã é baseado em uma visão de atendimento integral à família e busca convergir ações governamentais e não governamentais para a promoção dos direitos e para a melhoria imediata das condições de vida da população atendida. Atualmente, o projeto está implantado em 25 núcleos do BH Cidadania.

Por meio do Centro de Referência da Assistência Social (Cras), foi feito um diagnóstico das famílias em situação de extrema vulnerabilidade social, levando em conta 18 atributos (ou critérios) que incluem renda, condições de saúde e garantia de direitos, entre outros. A partir desse mix, foi possível a construção de Planos de Ação Familiar (PAF), a priorização das ações governamentais, a formação de parcerias para ações estratégicas como intervenções físicas nas residências, vagas nas unidades de educação infantil, aquisição de aparelhos e equipamentos especiais de saúde e inserção de mão de obra no mercado de trabalho. Uma das parcerias viabilizadas é com o Instituto Yara Tupinambá, responsável pela captação de recursos e o envolvimento de outros parceiros.

Inserção

Atualmente, encontram-se inseridas no projeto cerca de 30 a 40 famílias em cada núcleo do BH Cidadania, o que corresponde a um total de 750 famílias. Destas, 599 já estão com os PAF construídos. As suas principais demandas são intervenção na moradia, aquisição de móveis e objetos, inserção no mercado de trabalho, qualificação profissional, educação infantil, consulta especializada. Cerca de 80% dessas famílias são beneficiárias do Programa Bolsa Família. As demais já estão cadastradas no CadÚnico e, paulatinamente, estão sendo incorporadas para o recebimento do benefício.
Entre os maiores problemas vivenciados por essas famílias estão drogas na família (46,41%), violação de direitos com foco na criança e no adolescente (39,90%), crianças e adolescentes matriculados nas escolas, mas infrequentes (38,73%), descumprimento de condicionalidades do Bolsa Família (33,22%), crianças e adolescentes fora da escola (28,38%), pessoas com deficiências graves (18,20%), mãe e gestante adolescente (12,52%).

Ação inovadora

Durante os dias em que esteve em Belo Horizonte, Daniel Ortega visitou dois núcleos do BH Cidadania, nos quais o Família Cidadã: Cidade Solidária está sendo desenvolvido. Na quinta-feira, ele reuniu-se com os secretários e técnicos da área social que participam do programa, além da Urbel, órgão que coordena as intervenções físicas que vêm sendo promovidas nas moradias.

Durante o encontro, realizado no gabinete do secretário Jorge Nahas, o pesquisador falou sobre a importância do trabalho proposto para avaliação dos impactos resultantes das ações do BH Cidadania, e em particular do projeto Família Cidadã: Cidade Solidária, no sentido da prestação de contas em relação aos investimentos efetuados, a alocação de recursos junto a organismos nacionais e internacionais e um melhor direcionamento para que os objetivos propostos sejam alcançados. Segundo ele, a incorporação do Família Cidadã, dentro da estrutura do BH Cidadania é muito importante, uma vez que o programa representa um universo comum a todas as políticas envolvidas.